Disse Miramez que os espíritos superiores possuem

uma serenidade imperturbável, fruto de um estado permanente de perdão pleno e incondicional.

 

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COMANDAR OS PRÓPRIOS ESTADOS DE ESPÍRITO

 

 

 

Comandar os próprios estados de espírito é um recurso dos mais valiosos para o bem viver

 

Há pessoas que manifestam um contínuo mau humor; outras se sentem infelizes, sofredoras, enquanto outras mais carregam um grande peso de negatividade nas costas, ou no espírito. São verdadeiras usinas de mal viver, e o mais interessante é que inúmeras pessoas que vivenciam problemas e sofrimentos muitíssimo maiores e mais graves, conseguem manter um estado de espírito positivo, leve.

 

SUGESTÃO: Comece a observar seus estados de espírito e se perceber que não estão adequados cuide de modificá-los. Se tiver persistência verá em breve o quanto esse procedimento estará sendo benéfico para o seu bem viver.

 

Procure também identificar qual o estado de espírito habitual que mais o prejudica ou incomoda. Suponhamos que seja a insegurança. Nesse caso você pode fazer e repetir sempre alguma mentalização apropriada, como, por exemplo: "O Poder da Árvore" (ver abaixo).

Ouvir e desenvolver uma mentalização é muito mais produtivo porque sua mente fica totalmente livre para introjetar as idéias e imagens que forem sendo apresentadas.

 

 

 

 

MENTALIZAÇÃO para fortalecimento interno; para a criação

de clichês mentais de teor positivo, benéfico, introjetando

 imagens de força, serenidade e tranqüilo

poder que vão se agregando aos valores já

existentes em nós, fortalecendo-os.

 

 

O PODER DA ÁRVORE

 

Clicando AQUI, você pode OUVIR, para melhor acompanhar...

 

 

Na sequência, o texto dessa mentalização.

 

Procure sentar-se confortavelmente, com as costas retas e apoiadas. Faça algumas inspirações profundas, calma e compassadamente. Ao inspirar, leve a energia do ar para todo o seu corpo, e ao expirar  bote para fora, junto com o ar, tudo que o incomoda.

 Imagine que você está caminhando numa floresta e chega diante de uma bela árvore.

Observe o tronco firme, os galhos fortes, as folhas tocadas por suaves ventos...

Repare em sua postura majestosa.

Pense na tranqüilidade com que ela enfrenta as tempestades, as estiagens

ou inundações, sempre serena e forte, maternal como a própria natureza.

Aproxime-se mais... chegue bem pertinho. Encoste-se nela... justaponha-se a ela...

e sinta como se você fosse a própria árvore..

Observe a seiva subindo da terra através dos seus pés, das pernas,

passando para o corpo, os braços, a cabeça... trazendo energia e vida.

Perceba o balouçar das folhas ao toque da brisa... o suave canto dos pássaros...

Você faz parte da natureza.

Sinta em si mesmo, em seu corpo e na mente a serena força, o tranqüilo poder da árvore.

Diga mentalmente:

É com esta força... com esta mesma tranqüilidade e confiança... com este poder da

natureza que eu vou vencer todas as dificuldades que possam surgir no meu caminho.

Faça um pensamento de gratidão à natureza e ao Criador de todas coisas.

Sinta-se bem.

Comece a voltar tranqüilamente para o mundo exterior .

Vá abrindo os olhos devagarzinho e traga dentro de si, para o seu mundo externo,

a força da natureza, a confiança a tranqüilidade... o tranqüilo poder da árvore.

 

Tenha sempre em mente que esses processos de revitalização do

 inconsciente são lentos e requerem esforços contínuos.

 

 

Uma mentalização em áudio:

 

Estou em harmonia

 

 

Praticar a mentalização positiva gera memória, ou seja, condicionamento, que, no decorrer do tempo e com a continuidade, acaba se consolidando como valor na própria natureza.

Mas, digamos que você concluiu que o valor que mais está precisando desenvolver é de outro tipo, como, por exemplo, a mansidão, a não violência, seria o caso então de criar o seu quadro imaginário na forma de uma pessoa (ou espírito) que melhor representasse aquele valor. No caso em foco, poderia ser Gandhi. Você passaria a meditar sobre ele, relembrando fatos importantes nos quais o apóstolo da não violência exemplificou aquele valor, e imaginá-lo sempre a seu lado, recebendo dele a vibração característica, introjetando-a em si mesmo, em todas as suas atitudes e ações.

É preciso frisar, no entanto,  que não se trata de qualquer ato divinatório, mas apenas a busca de um símbolo, um modelo, cujas características desejamos assimilar. Não se trata da pessoa em si, mas da vibração que a caracteriza.

A repetição constante desse ato, ou seja, trazer sempre à mente o quadro imaginário escolhido, gera memória, ajudando a condicionar atitudes e comportamentos.

Pela imaginação assimilamos valores, positivos ou negativos, a depender das nossas disposições, e, com a continuidade, eles acabarão fazendo parte do nosso acervo íntimo.

 

 

 

O ACESSO ao bem viver está dentro de nós, em nossos

estados de espírito.

Podemos comprová-lo observando como pessoas que possuem todo o necessário para sentirem-se bem e estarem felizes, demonstram mau humor, depressão, desgosto e insatisfação.

 

Por outro lado, inúmeras pessoas enfrentam grandes dificuldades, dores e sofrimentos, mas percebe-se nelas um estado interior de relativa tranqüilidade, entusiasmo e até contentamento.

 

 

 

 

Auto estima é o reflexo do que os outros pensam a nosso respeito,

ou que nós imaginamos que eles pensam.

Quando vivemos na dependência desse pensar alheio, estamos sempre sujeitos

 a baixar nossa auto estima. Por isso o mais lógico é cuidarmos apenas de nos

 construir pelos moldes que adotamos como sendo os certos,

sem perder tempo com o que não nos ajuda.

 

 

 

Leia lentamente, refletindo sobre

o significado destas idéias:

 

Muita gente luta por altos ideais e em toda a parte

a vida está cheia de heroísmo. Seja você mesmo.

Principalmente não simule afeição, nem seja descrente

do amor, porque mesmo diante de tanta aridez e tanto

desencanto ele é tão perene quanto a relva.

 

Aceite com carinho o conselho dos mais velhos,

mas também seja compreensivo

com os arroubos inovadores da juventude.


Trecho de DESIDERATA, texto encontrado na velha Igreja de Saint Paul, Baltimore, datado de 1692“

 

 

 

 

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