A fé e a oração dinamizam energias sutis

 que atuam em nosso psiquismo.

 

 

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ATIVAR A LUZ INTERIOR

 

 

 

Se Deus é luz, a nossa

essência espiritual

também é luz.

 

 

Como Deus é espírito, essa luz também

é espiritual, não material.

 

 

 

 

 

 

LUZ ESPIRITUAL

 

Se fomos criados por Deus, somos seus filhos. Assim, em nosso DNA espiritual, na intimidade do nosso espírito, vibra a Sua luz.

Ocorre que, desde o nosso início nas dimensões materiais, essa luz permanece em estado latente, e conforme vamos crescendo espiritualmente, ela começa a despertar em nós.

 

Aqui, vale relembrar o que foi dito em outro momento neste site:

"As escolas esoteristas têm se aprofundado bastante nessas questões, e uma definição do Yogue Ramacharaca nos parece bem coerente. No livro 14 Lições de Filosofia Yogue, ele afirma que o ser humano é formado por sete princípios, sendo três de natureza material e quatro mentais, ou de natureza espiritual.

E explica:

a) os princípios de natureza material são corpo físico, duplo etérico e perispírito;

b) o corpo físico é o corpo carnal;

c) o duplo etérico é o corpo etérico ou vital, cópia do corpo físico que se dissolve de 35 a 40 dias após a desencarnação. Não tem vida própria. Muitas vezes, uma pessoa que está desencarnando deseja tão fortemente rever alguém que projeta seu duplo etérico. Por isso, nas aparições de moribundos, eles nunca falam ou se comunicam de qualquer outra forma; apenas aparecem e vão embora, ou melhor, são seus duplos etéricos que se manifestam;

d) o perispírito é o corpo espiritual construído ao longo da evolução através dos reinos mineral, vegetal, animal e humano. É veículo de manifestação do espírito;

e) os princípios de natureza espiritual são: mente instintiva, mente intelectual, mente espiritual e espírito;

f) a mente instintiva é a sede das atividades instintivas do ser. No reino animal, liga-se ao espírito-grupo, do qual recebe orientação e comando. Esse comando vai cedendo lugar à inteligência da individualidade conforme cresce em conhecimento e capacidade;

g) a mente intelectual diz respeito ao intelecto. Conforme se enriquece, vai lançando luz sobre a mente instintiva e assumindo funções do próprio instinto, pelo uso da razão e do conhecimento;

h) a mente espiritual, conforme vai despertando, também vai lançando luz sobre a mente intelectual.

i) o espírito é a chama divina absolutamente além de qualquer conceituação ou compreensão humanas."

 

 Com respeito à mente espiritual, podemos entender que seu despertamento produz anseios indefiníveis de conhecimento superior e de ligação com o Criador. Não se confundam esses anseios com certas expressões de procura religiosa movidas por interesses diversos, tais como, o fanatismo, o medo ou a intenção de ganhar o Céu. O despertar da mente espiritual induz à espiritualização, ao misticismo harmonioso, à procura do ideal superior com maior desligamento da vida material e consequente aprofundamento nas fontes internas, nas faixas de ligação com o Cristo interno. É o transitar da animalidade para a angelitude, da sombra para a luz.

A dimensão material representa a mais baixa vibração do universo e, como foi dito acima, desde o nosso início nesta dimensão, nossa luz permanece em estado latente. Somos, dessa forma, como sementinhas de luz enterradas no solo da vida, em processo de crescimento.

Assim, podemos crescer materialmente ocupando importantes posições na vida material, mas devemos ter em mente que as finalidades de nossa estada aqui são a evolução plena, ou seja, adquirir conhecimentos, capacitações, as mais variadas experiências, aptidões... que representam a evolução material-intelectual, e TAMBÉM a de crescer espiritualmente.

Podemos entender, então, que o crescimento pleno tem duas asas: a material-intelectual e a espiritual. Portanto, essas duas asas precisam estar do mesmo tamanho para que possamos alçar voo em busca dos altiplanos evolutivos.

 

E assim vamos jornadeando através das faixas mais primárias, vivenciando o instinto nos reinos vegetal e animal, para chegar ao uso da razão no reino humano, avançando em seguida em direção à angelitude.

 

Entendemos, ainda, que nesse jornadear há uma espécie de linha divisória, uma fronteira entre a sombra e a luz, entre a animalidade e a angelitude. Conseguir cruzá-la talvez seja a parte mais difícil desse jornadear, porque se a luz nos convida para o Alto, a materialidade nos atrai fortemente para baixo. Então damos um passo adiante e outro para trás, até que a atração superior se faça tão forte que consigamos cruzá-la.

Mas há um detalhe importante. Nessa fase de tentativas para cruzar essa fronteira recebemos maior ajuda por parte dos seres espirituais que já conseguiram ultrapassá-la. São velhas amizades, amores do passado distante, que descem das regiões de luz que já alcançaram para nos ajudar nesse empenho que é o maior desafio e a maior dificuldade de toda a nossa existência.

A travessia dessa linha divisória pode ser comparada a um segundo nascimento, o nascimento cósmico, quando o ser abandona as zonas vibratórias mais densas de si mesmo, elevando a frequência espiritual e ativando a própria luz, para novas jornadas evolutivas.

 

Assim, quem sente fortemente essa atração superior deve envidar os maiores esforços e dar prioridade a seu empenho evolutivo, a fim de atravessar mais rapidamente essa fronteira, livrando-se das dimensões espirituais sombrias de si mesmo e deixando brilhar a própria luz, no caminho de volta ao Pai.

 

 

Que fazer, como agir para ativar a própria luz?

 

Há várias ações e atitudes que podem ajudar essa ativação, como por exemplo:

a) desenvolver amorosidade;

b) orar frequentemente;

c) ler/ouvir mensagens de elevado teor espiritual;

d) meditar em níveis espirituais mais elevados;

e) desenvolver valores-virtudes, inclusive o contentamento;

 

Informam espíritos que, quando uma entidade espiritual de elevada condição ora, sintonizando com o "Mais Alto", todo o seu ser se ilumina de uma luz irisada, com magníficos efeitos cromáticos, num espetáculo de rara beleza.

Pode-se inferir então que a oração é um poderoso ativador da luz espiritual.

Outro poderoso ativador dessa luz é o amor.

 

Estudiosos das influências energéticas dizem que as ações e atitudes que elevam a freqüência vibratória são, por ordem:

Amor (a mais poderosa)

Oração

Alegria

Esperança

 

Ações e atitudes que fazem baixar a freqüência vibratória:

 

Ódio (a de mais baixo teor vibratório)

Desejos de vingança

Inveja

Ciúme

Rancor

Azedume

Mau humor

 

Assim, nossa freqüência vibratória se eleva, ativando a luz espiritual, quando sentimos amor (não o sensual), quando oramos, quando abrimos a alma para a fé, quando vibramos na alegria sã ou na esperança. E cai quando sentimos ódio, desejos de vingança, inveja, ciúme, rancor, azedume, mau humor, e assemelhados.

 

Outro poderoso recurso para elevar a frequência vibratória, ativando a luz interior, está nas visualizações e mentalizações de elevado teor espiritual. Utilizados com frequência realizam transmutações importantes em nossa intimidade espiritual.

Neste site, na página ÁUDIO, disponibilizamos para download diversos arquivos de relaxamento, visualizações, mentalizações e mensagens de elevado teor, orações do programa "Orando pela Terra", etc., como os seguintes:

 

Mentalizações

Presença de Deus

Amor, luz de Deus

Fontes da vida

 

Mensagens de elevado teor

Nasceu de Maria

Disse Jesus

Cair e levantar

 

Orando pela Terra

Pelas religiões

Forças cósmicas do amor

Sobre a montanha

 

 

Para desenvolver amorosidade, um passo importantíssimo está na forma como "vemos" e como nos relacionamos com os outros.

AS CORES DA COMPAIXÃO

O Lama Padma Samten, numa palestra que realizou no Fórum Espírita de Pernambuco, em 2004, apresentou com extrema clareza essa questão ao falar sobre compaixão e amor, como são entendidos pelo budismo:

“Digamos que alguém olha para uma planta que se encontra num vaso dentro da casa. Pelo olhar compassivo, em vez observar se gosta dela ou não, pergunta como é que ela se sente sem a luz do sol, a água da chuva e sem as suas plantas amigas e companheiras.

Quando olhamos uma planta pensando se gostamos ou não, nossa mente opera obstruída pela sensação de gostar ou não gostar.

Uma inteligência maior é olharmos para aquela planta perguntando do que ela necessita. E mais do que isso, nós podemos olhá-la e ver com os olhos do bom jardineiro quais as flores e frutos que essa planta tem escondidas dentro dela, e que ela mesma não sabe.”

"(...) Olhar o outro e ver o que afeta a existência dele, para nos manifestarmos de forma positiva para remover os obstáculos, isso é compaixão. Para promover as qualidades positivas, isso é amor.”

“Através de cinco cores nós podemos praticar a compaixão.

A primeira é o AZUL. Através dessa cor nós olhamos para o outro e o acolhemos, e também perguntamos quais as flores e frutos escondidos nesse ser.

Temos a compaixão AMARELA, de um amarelo-dourado, que significa generosidade, riqueza, meios. Então, quando vamos ajudar alguém nós podemos não somente ouvi-lo, entendê-lo, aspirar o bem, mas podemos eventualmente fazer algo mais.

Vamos supor, como acontece lá no sul, de tanto em tanto, que o rio subiu e a casa foi destruída. A gente pode visitar o desabrigado e dizer: você não se preocupe tanto... isto passa. É uma boa ajuda, mas com a cor amarela podemos auxiliar para que passe mais rápido, oferecendo um suporte prático.

Depois temos a cor VERMELHA, que simboliza o eixo. Ela vem da sedução, daquilo que nos encanta. Então, que possamos produzir no outro um encantamento positivo, um eixo positivo. Assim, a cor vermelha vai nos ajudar a dizer àquela pessoa que é melhor não reconstruir a casa no mesmo lugar porque o rio pode subir de novo. Dessa forma, muitas vezes não basta que a gente ajude o outro a reconstruir, mas que o ajude a fazê-lo numa situação melhor. Para isso precisamos da sabedoria dos eixos. Para os nossos filhos não podemos abdicar disso. Não precisamos impor os eixos, eles não são impostos. Mas se dissermos: eu não devo ajudar o outro a criar uma estrutura positiva, um referencial positivo, estaríamos nos omitindo e isso seria uma atitude sem compaixão.

Então, é muito necessário que a gente repita as palavras dos grandes mestres, que viva essas palavras, estude isso e entenda, e possa ajudar os outros a compreender como viver melhor. Se não ajudarmos ou outros nesse sentido, isso será uma falha da nossa compaixão.

No entanto não bastam essas três formas.

Há um momento em que vemos uma criança puxando uma toalha com uma leiteira de leite fervente em cima. Se não gritarmos, a criança puxa e se queima. Quando gritamos nós não nos opomos à criança. Nós estamos a favor dela. Quando dizemos, não faça isso, nós interrompemos uma ação negativa. Então muitas vezes é necessário manifestar o que se chama a cor VERDE. No budismo isso é chamado “a família karma”, onde vemos a negatividade surgindo e a obstruímos. Nós nos impomos diante da negatividade, interrompendo-a. Não somos contra a pessoa, somos a seu favor.

E há ainda a cor BRANCA, a culminância da compaixão, porque ainda que eu acolha, ainda que propicie meios, ainda que ofereça eixos, ainda que obstaculize a negatividade, se não revelar a natureza ilimitada, não tive a compaixão, a generosidade, a amorosidade de descobrir essa natureza ilimitada e oferecer às outras pessoas, então as outras compaixões são muito menores, são quase sem sentido.

O que dá sentido à vida é que todos marchamos para a consciência da natureza última e vivemos inseparáveis disso. A nossa vida não teria culminância, não teria completude, sem a cor branca em que nós reconhecemos a natureza ilimitada. Então, a compaixão maior é podermos oferecer aos outros essa natureza.”

 

 

 

Exercício para desenvolver afetividade:

 

Pense em pessoas a quem ama, num animal de estimação ou algo de que gosta muito.

Deixe esse sentimento de amorosidade se espalhar por todo o seu ser, numa gostosa vibração de ternura e alegria.

Quando sentir que a ternura tomou conta de você, continue sustentando essa vibração tão boa e comece a pensar em alguém com quem antipatiza.

Olhe mentalmente para esse alguém com aquele olhar do bom jardineiro, perguntando a si mesmo quais as flores e frutos que essa pessoa tem escondidas dentro dela, e que ela mesma não sabe.

Com esse novo olhar, procure sentir afeto por ela e lhe envie uma vibração de compreensão, de amorosidade.

Se o seu coração estiver repleto de amor será muito fácil envolver essa pessoa nessas vibrações tão divinais.

 

Pense agora num inimigo, ou em alguém de quem você realmente não gosta. Olhe mentalmente para essa pessoa com o olhar do bom jardineiro, informando a si mesmo de que o Pai, ao semear aquele espírito nas dimensões da matéria, também colocou em seu interior as boas sementes que só estão aguardando o momento oportuno para germinar.

Com esse tipo de informação que você dá a si mesmo já poderá começar a “ver” seu desafeto, seu inimigo, com outro olhar e perguntar a si mesmo o que pode fazer para ajudá-lo a despertar sua luz interior.

As respostas para essa pergunta você mesmo encontrará, nem que seja através de preces por ele e de vibrações positivas a ele direcionadas.

 

Encerrando esse exercício de luz, sinta aquela felicidade de quando estamos começando a aprender e a vivenciar a grandiosidade do verdadeiro amor.

 

 

 

 

Olhe para as flores ao lado.

Observe sua delicadeza, sua beleza.

 

Pense no amor... que fez coisas tão puras e tão belas...

 

Pense na luz de Deus, que é puro amor, como sendo a mais poderosa vibração de vida a se expandir em todo o universo...

 

Sinta essa luz a vibrar na intimidade do seu espírito.

 

 

Nós estamos vivendo numa época de muito baixa vibração nos ambientes da Terra, dificultando a ativação da nossa luz interior, e as pessoas mais sensíveis sentem esse magnetismo pesado com mais intensidade. Isso provoca muitos distúrbios, tais como estados de irritação, agressividade, medo, enxaqueca, e vários problemas de saúde.

 

Para elevar sua freqüência vibratória, faz o seguinte:

 

Inspire calma e profundamente algumas vezes para equilibrar os ritmos internos.

 

Imagine que está no campo, junto a um arbusto florido.

Algumas nuvens pintam de branco o azul do céu.

 

Você vê flores e nuvens.

As flores nos falam em alegria e amor.

 Sua vibração nos transmite ternura e contentamento.

As nuvens, passando, indicam que há céu, há luz, há vida que esplende em outras infinitas dimensões.

 

Repita mentalmente as seguintes palavras, procurando

senti-las em toda a sua profundidade:

 

Da mente divina, luz infinita, flua luz para a minha mente.

Que a minha mente se ilumine e se enobreça nessa luz.

Que essa luz divina percorra todo o meu ser, para que eu vibre na paz e na harmonia.

 

Do coração do universo, fonte infinita e eterna do amor, flua amor para o meu coração.

Que meus sentimentos se engrandeçam nesse afeto de Deus, nesse afeto que vibra em todo o universo, dando a tudo e a todos razões para o existir.

Que esse amor preencha todos os meus espaços interiores.

Paz e harmonia em todo o meu ser.

 

 

Leia lentamente, refletindo sobre o significado destas idéias:

 

Muita gente luta por altos ideais e em toda a parte

a vida está cheia de heroísmo. Seja você mesmo.

Principalmente não simule afeição, nem seja descrente

do amor, porque mesmo diante de tanta aridez e tanto

desencanto ele é tão perene quanto a relva.
 

”Trecho de DESIDERATA, texto encontrado na velha Igreja de Saint Paul, Baltimore, datado de 1692“


 

 

 

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